ARROZ DE FORNO EM CAMADAS

Encontrei essa receita no Guia da Cozinha e como é bem diferente das que faço, resolvi experimentar e adorei!

INGREDIENTES

4 xícaras de arroz cozido

1/2 xícara de ervilha

1/2 xícara de milho

1 cenoura pequena ralada

1 xícara de palmito picado

1 copo de requeijão cremoso

200 gramas de queijo muçarela ralado

sal, pimenta e cheiro verde

Em uma tigela misture todos esses ingredientes e reserve.

Eu fiz uma arroz novo, mas você pode usar um arroz de dia anterior.

MOLHO

2 colheres (sopa) de azeite

1 cebola picada

 2 dentes de alho amassados

2 xícaras de carne assada desfiada

2 xícaras de molho de tomate

Refogue no azeite a cebola e o alho.

Junte a carne (eu usei uma carne, músculo, que sobrou de um ragu) e depois o molho de tomate. Deixe ferver e tempere, se precisar, com sal e pimenta.

Unte um pirex e coloque:

uma camada do arroz

em seguida, o molho da carne

depois o queijo

e assim sucessivamente.

Leve ao forno médio, já aquecido, por mais ou menos 15 minutos.

Uma gostosura!!!!!!!

“O QUE ENCOBRE AS SUAS TRANSGRESSÕES NUNCA PROSPERARÁ; MAS OS QUE AS CONFESSA E DEIXA ALCANÇARÁ MISERICÓRDIA.” Provérbios, 28-13

 

A COBRA

Nunca pensei em escrever sobre isso, mas o fato é que hoje (04 de maio) tive o desprazer e pavor de ver uma cobra dentro da minha sala!

A sensação é terrível!

No piso bem branquinho, aquela coisa horrorosa se arrastando e entrando pelo corredor em direção aos quartos.

Surtei!

Nas portas da sala e da cozinha, eu tenho um rolo de areia que veda toda a extensão do vão delas, mas isso foi pensando em inibir eventualmente a entrada de baratas ou aranhas. Nunca pensando em cobras!

Mas a porta da sala estava aberta nesse momento…

Peguei o celular e chamei, quase sem conseguir, os bombeiros.

-Tem uma cobra dentro da minha casa! Falei tremendo.

-Calma, minha senhora, onde ela está? Perguntou.

-No corredor, quase no meu quarto!

-Quanto ela mede?

Pai do céu, como se eu pudesse pensar em medidas nessa hora… para mim ela era terrivelmente grande!

-Uns 80 centímetros. Falei.

-Qual a cor dela?

-Moço, por favor, manda alguém aqui que estou muito nervosa! Ah, sim, a cor é escura.

-Senhora, não precisa ficar nervosa. Ela não vai pular e nem picar. Qual o seu endereço?

Passei, implorando que ele viesse logo!

E ele calmamente:

-Se a senhora não se acalmar vou ter que mandar uma ambulância junto para socorrê-la. É preciso?

-Não, não precisa, vou me acalmar! Falei baixando a voz.

Aí então fui de longe seguindo o trajeto que ela fazia DENTRO DA MINHA CASA!!!

Entrou no meu quarto, passou por trás das cortinas, embaixo da cama e voltou para o corredor.

Enquanto isso fechei as portas dos outros quartos e banheiros.

E ela veio vindo, passando pela sala (aí eu já estava na área do lado de fora), atrás do sofá e pelos cantos veio vindo até sair na área.

Nessa hora os bombeiros chegaram.

Três!

Com uma caixa grande, ganchos, luvas e tudo mais.

-Ela está ali, moço. Indiquei a peçonhenta.

E eles riram…

-Essa é uma cobra cega, não faz nada. E dizendo isso, pegou-a com a mão enluvada.

Então o outro disse:

-Parece uma minhoca gigante…

E eu começando a ficar envergonhada falei:

-Olha, eu não sei o nome dela, só sei que fiquei apavorada. De onde ela pode ter vindo? Será que tem outras por aí?

-Vem da grama, dos matos desse terreno aí perto e sim, claro que tem outras, respondeu.

Puxa vida, será que ele não podia me acalmar e mentir um pouco?

E o terceiro falou:

-Oitenta centímetros, eim? Vamos deixar pela metade! E continuou: o dia que entrar outra, a senhora pega uma vassoura e joga ela prá fora…

-Hã? Brincadeira, né? Outra? Moços, obrigada por terem vindo! Falei agradecida.

E eles foram rindo para a viatura com a cobra na mão…

Pois é…

Sei que por muito tempo vou ficar com a sensação de ver outra dentro de casa.

Entrei e de repente alguma coisa roça em minha perna.

Dou um grito!

Era só uma mosca esvoaçando por ali…

“… MALDITA SERÁS MAIS QUE TODA BESTA E MAIS QUE TODOS OS ANIMAIS DO CAMPO; SOBRE O TEU VENTRE ANDARÁS E PÓ COMERÁS TODOS OS DIAS DA TUA VIDA. E POREI INIMIZADE ENTRE TI E A MULHER…” Gênesis, 3-14 e 15.

 

 

 

 

GELEIA E AMANTEIGADOS

Para quem nunca fez, nem geleia e nem bolachinhas amanteigadas, hoje foi um feito daqueles.

Não tão bem sucedido como vocês verão, mas é errando que se aprende, não é mesmo?

Dias atrás tirei um pacote de morangos do freezer e resolvi fazer uma geleia.

Coloquei bastante açúcar e levei ao fogo para cozinhar.

Quando a calda estava mais grossa e o morango quase desmanchando, retirei do fogo.

Coloquei em um pote e guardei na geladeira.

Então, em um belo dia, resolvi me atrever a fazer bolachinhas.

Achei uma receita na “Cozinha da Maria” e coloquei mãos à obra.

INGREDIENTES

200 gramas de manteiga sem sal (em temperatura ambiente)

100 gramas de açúcar

300 gramas de farinha de trigo

açúcar cristal para empanar

geleia (no caso a que eu tinha pronta).

Misture a manteiga com o açúcar.

Eu fiz metade da receita, mas vejam como a massa fica bonita.

Junte a farinha e misture bem.

A massa deve ficar macia, mas não grudenta.

O próximo passo foi fazer as bolinhas e passá-las no açúcar cristal.

Unte uma forma com manteiga e polvilhe farinha de trigo.

Vá colocando as bolinhas e com o dedo, faça um buraquinho no meio onde vai colocando a geleia.

Até aí tudo bem!

Leve ao forno já aquecido a 180º até que comecem dourar as bordinhas.

QUE DECEPÇÃO!!!!!!!!!

Vejam como ficaram as minhas lindas bolachinhas!!!

ESBORRACHADAS!!!!!!

Vamos ao que aprendi: coloquei menos farinha do que o recomendado porque a massa estava macia e não grudava nas mãos… mas a falta dela é que fez as bolachinhas esparramarem toda…

De gosto, uma delícia, mas a aparência nota zero!!!

Fazer o quê? 

Nem sempre acertamos tudo…

“O CAMINHO DE DEUS É PERFEITO; A PALAVRA DO SENHOR É PROVADA; É UM ESCUDO PARA TODOS OS QUE NELE CONFIAM.” Salmos, 18- 30

 

MINHA AVÓ MARIA

Ah, como me lembro dela!

Maria Luiza Pinheiro Novaes de Camargo, um nome extenso para aquela mulher baixinha, gordinha, olhos azuis penetrantes, cabelos curtos bem branquinhos e que chamávamos de tão somente, vó Maria.

Mineira de Jacutinga, nasceu em 1899.

Era enérgica e quando éramos pequenos, a lembrança que me vem dela era de muito brava conosco que passávamos as férias em sua casa.

Mas o momento que mais recordo com muito amor, é o que descrevo a seguir.

Cenário: uma sala de visitas com alguns sofás antigos e no canto, uma cadeira de balanço.

Era a sua cadeira.

Lá ela se sentava depois das tarefas diárias e se balançava.

Seus olhos azuis meio que se fechavam e eu sentia que ela começava a viajar por seu passado, lembrando fatos e coisas meio perdidas nas gavetas do pensamento.

Aí eu me sentava em um banquinho bem próximo a ela, já adivinhando o que viria a seguir.

– Menina, ela perguntava, porque você gosta tanto assim de poesia?

E eu respondia:

– Ah, vó, gosto tanto de ouvi-la declamando…quem sabe um dia eu também escreva e decore poesias como a senhora?

E ela continuava seu balanço como se ele a levasse lá para dentro dos seus guardados…

E começava com “A Doida”.

Era um poema longo que contava a triste história de uma mulher presa em uma torre, mas que sentia saudades de sua vida anterior e terminava com sua morte: “rola a doida pelo chão…”

Nunca encontrei nada sobre esse poema, mas me recordo do início:

“Lá nas brumas do poente

mal desponta o astro do dia,

quando um sabiá plangente

desprende suave melodia.

 

No galho em que pousava

ali bem perto ficava

as janelas gradeadas de sombria prisão

onde triste jazia então,

uma doida encerrada.”

Até aí consigo lembrar, mas o poema vai longe, muito longe…

E ela dizia todos os versos de cor enquanto  continuava seu balançar.

E eu ali, entre admirada e assustada, ouvindo com os ouvidos e o coração.

– Pronto! Terminei! Chega por hoje! Ela falava já mudando o tom de voz.

– Ah, vovó, só mais uma! Prometo! Eu pedia.

E ela recomeçava, balançando, cerrando seus olhos e em silêncio procurando em suas memórias.

Então vinha outra: “Beijos” que começava assim:

“Não queres que eu te beije?

E o beijo é a própria vida!

A invenção mais bela

e sublime do Senhor!”

E aquela menina decorou essa poesia inteira e ainda a diz, de vez em quando, enquanto lembra de sua avó.

Talvez por isso tenha tanta vontade de ter uma cadeira de balanço…

“COROA DOS VELHOS SÃO OS FILHOS DOS FILHOS; E A GLÓRIA DOS FILHOS SÃO SEUS PAIS.” Provérbios, 17- 6.

 

CREME DE MILHO

Penso que todos já fizeram um creme de milho, mas essa receita é a que mais eu faço e como fica tão boa, deixo aqui para vocês, caso queiram experimentar.

1 lata de milho verde

a mesma medida de leite

1 colher (sopa) de manteiga

1 cebola 

1 dente de alho

1 colher (sopa) rasa de farinha de trigo

1 caixinha de creme de leite

Primeiro bata em liquidificador o milho verde com o leite e reserve.

Doure na manteiga a cebola bem picadinha e o alho espremido.

Junte a farinha de trigo e deixe dourar.

Acrescente a mistura do liquidificador e tempere com sal e pimenta do reino.

Vá mexendo até ferver bem.

Junte o creme de leite, mexa, retire e coloque em um pirex.

Sirva com arroz branco e uma carne assada.

Delicioso sempre!!!

“PORVENTURA, NÃO CONHECERÁ DEUS ISSO? POIS ELE SABE OS SEGREDOS DO CORAÇÃO.” Salmos, 44- 21

 

ABRIL

ABRIL

                                                              

Não é só por ser o mês de meu aniversário que amo Abril.

Sempre afirmei que as manhãs de Abril são as mais lindas: céu azul, temperatura amena e um não sei o quê de encantamento no ar.

Abril, abrir, abrir-se!

É isso que penso ao abrir minha janela e descortinar a natureza com ares de novidade, entrando no outono como que tranformada, transformando-se!

Abrir para o mundo, para a vida, dando novas chances de enriquecimento pessoal!

Tom Jobim já dizia mais ou menos isso em: “são as águas de março fechando o verão, é promessa de vida no meu coração.”

 

Falam muito sobre o outono da vida, aquela etapa onde “ nossas folhas caem”, onde encerramos um ciclo, onde as árvores se tornam amarelecidas, parecendo um encurvar de costas…

 

“Uma borboleta amarela?

Ou uma folha seca que desprendeu

e não quis pousar?”

Mário Quintana.

 

E, como escrevi há tempos:

“As tardes de abril

Passaram por minha vida.

Saudade sentida!”

 

Como eu gosto dos Haicais!

Dizer tudo em apenas três versos!

Os japoneses já sabiam tudo!

Mas quero pensar em Abril como recomeços, de sonhos, projetos, amizades, de tudo que faz bem a alma e ao coração!

Então, mais alguns haicais meus.

 

DEPOIS DO CALOR,

QUERO O SOPRO REFRESCANTE

DO VENTO OUTONAL.

 

MAGIA NO AR.

É O OUTONO COMEÇANDO

E SOU EU EM TUDO.

 

POR DO SOL DE ABRIL

NA NATUREZA QUE EXPLODE!

EU FICO CALADA…

 

Como diz em Eclesiastes 3, versículo 1, “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.”

Imagens: 1) 50emails; 2) moraremportugal.com, 3) doladodosol

 

 

 

 

 

MEU DISCURSO DE POSSE NA AML

Muitas pessoas pediram para que eu postasse o discurso que fiz por ocasião da minha posse na cadeira de número dois na ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS.

Ele é um tanto curto para os padrões, mas eu sou assim: minhas palavras são resumidas mas cheias de verdade e amor.

Então aí vai!

“Vou iniciar minhas palavras fazendo referência a três pessoas importantes na história da nossa Academia.

FRANCISCO IRINEU BRZEZINSKI, foi o fundador da nossa Academia Mourãoense de Letras.
Nasceu em Malé, no Paraná, em 1937.
Formado em Direito e Filosofia, em 1962 já estava em nossa cidade e foi vereador e presidente da Câmara.
Colaborou na fundação do Museu Histórico, foi deputado federal e fundou a Associação de Escritores de Campo Mourão.

NELSON BITTENCOURT PRADO, patrono, nasceu em Guarapuava , Paraná, em 1917.
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, Filosofia e Jornalismo.
Em 1951 instalou a primeira banca de advocacia geral aqui na cidade e editou o primeiro jornal local.
Foi vereador e presidente da Câmara.
São deles os dizeres: “bendito o criador e o semeador. Bendita a terra onde o povo recolhe o pão de sua própria seara.”

AGENOR KRUL, primeiro ocupante da cadeira número dois, nasceu em Ponta Grossa, Paraná, em 1946.
Filho de pais poloneses, veio para nossa cidade em 1970.
Formado em Filosofia, foi professor, diretor e depois presidente da Fundescam, hoje Unespar, onde foi o primeiro diretor. Sua esposa está aqui presente, o que muito me honra.
Ele diz em sua biografia: “a profissão do professor é uma das mais nobres entre todas as profissões e nunca devemos deixar as coisas como as encontramos, mas sim melhores do que estavam. Adotei essa terra, Campo Mourão, como a minha terra, para morar, viver e ser feliz.”

Agora sobre mim.
Nasci em Machado, Minas Gerais, a setenta anos atrás.
Meu pai, pastor, professor, escritor, poeta, tradutor; minha mãe professora de música e que tocava piano como ninguém.
Como não acabar gostando de ler, de música, e como boa mineira, gostar de cozinhar?
Então acabei sendo aquela pessoa que gosta de estar na cozinha e que enquanto prepara suas comidas, pensa em versos…
Tudo que escrevo é muito simples.
Minha poesia não é feita com palavras difíceis.
Ela é uma conversa que tenho com o leitor, como se estivéssemos nessa minha cozinha saboreando um café.
Como dizia Rubem Alves que tive o prazer de conhecer pessoalmente: “para se entrar numa escola, alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podiam dar lições aos professores. Os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome. Nós professores, temos que despertar a fome pelo conhecimento em nossos alunos, como faz o bom cozinheiro quando deixa a porta da cozinha aberta para que os aromas possam percorrer pela área de jantar e fazer os estômagos dos frequentadores roncarem de fome.”
É isso que esperam de nós: que possamos levar essa fome pelo saber, pela leitura, pela literatura.

Preciso agora agradecer.
A Deus, em primeiro lugar, por traçar meu caminho de volta para essa cidade que se tornou minha.
A meus três filhos, Viviane, Fabiane e Paulo Emílio, que sempre me incentivaram, juntamente com meu genro André e minha nora Patrícia, que me deram a alegria de quatro netos: Isadora, Heitor, Cesar e Daniel, obrigada.
A todos os meus amigos antigos e novos, da AME, da Biblioteca, do tricô e dessa Academia que hoje me recebe, meu muito obrigada.
Aos amigos que estão prestigiando esse solenidade, obrigada.
E encerro minhas palavras com a poesia que fiz, a qual ganhou o prêmio em 2017 no concurso de poesia sobre nossa cidade.
HISTÓRIA SEM FIM
Há muitos anos atrás
ela aqui viveu.
Na terra vermelha
de campos de soja,
de trigo, de gado,
de andorinhas voando
num céu todo seu.

Depois foi embora.
Criar filhos, trabalhar.
Ganhou netos,
escreveu livros,
mas um dia quis voltar.

E chegou devagarinho,
sem saber como
iria se recebida.
E a cidade faceira
abriu seus braços saudosos
recebendo a forasteira.

E ela pergunta ao moço:
A cidade mudou muito,
quase não a reconheço,
onde estão as andorinhas
que faziam alvoroço?

E ele continua contando
coisas que ela consegue lembrar.
Campo Mourão é história,
casa de amigos,
fácil de amar.

E ela agradece sorrindo
porque sabe muito bem
que dessa cidade amiga
ela faz parte também.

Agora, mais do que nunca!
Obrigada!”

“RECOMPENSOU-ME O SENHOR CONFORME A MINHA JUSTIÇA E RETRIBUIU-ME CONFORME A PUREZA DAS MINHAS MÃOS.” Salmos, 18- 20

 

FORAM TANTAS EMOÇÕES!!!

Depois de entregar convites, escrever o discurso, escolher uma roupa adequada para a solenidade, marcar salão, e esperar ansiosa, finalmente chega o dia tão esperado: 23 de março de 2019, um dia para ser lembrado com muita alegria!

Já pela manhã, me empolgo com flores que vão chegando!

À tarde me arrumo e… vou direto para as mãos fantásticas do meu amigo Jackson, que consegue transformar a Gata Borralheira numa Cinderela!

Às 07:15, já estou na Câmara dos Vereadores, recebendo os convidados e é quando bate aquela saudade de minhas filhas, tão longe, e que gostaria tanto de tê-las comigo.

Mas logo o coração se acalma com a chegada de meu filho e nora.

A cerimonia começa com a saudação feita pelo mestre de cerimonias, Ilivaldo Duarte de Campos.

Então sou levada até dentro do plenário pelos amigos Giselta da Silva Veiga e Robervani Pierin do Prado.

A mesa já está composta pelo presidente Fábio Alexandro Sexugi e demais autoridades e então é entoado o Hino Nacional e o Hino de Campo Mourão.

É depois disso que assino o livro da Academia Mourãoense de Letras.

Nossa, nessa hora eu estava tremendo…

Aí meu filho Paulo Emílio é chamado até a frente, já com minha pelerine em mãos e coloca em meus ombros a tão sonhada vestimenta!

Que abraço gostoso, cheio de carinho, obrigada Senhor!

Minha amiga Ester de Abreu Piacentini, faz a entrega do diploma.

Chegou a hora em que subo à tribuna para o juramento: “Juro pela minha honra cultivar, preservar e enaltecer o vernáculo pátrio em seus aspectos científico, histórico, literário e artístico, nas suas muitas diversidades culturais e de falares, construindo uma sociedade ética, fraterna e solidária.”

Após a leitura de minha biografia feita pelo mestre de cerimonias, faço o meu discurso.

Nessa hora estou calma, tranquila e olho para todos os presentes com muito carinho.

Primeiramente discorro sobre os três ilustres personagens da história de Campo Mourão: o fundador, Francisco Irineu Brzezinski, o patrono, Nelson Bittencourt Prado e o primeiro ocupante da cadeira número dois, Agenor Krul.

Então falo sobre mim, encerrando com minha poesia sobre Campo Mourão e que foi premiada em 2017.

Um rápido discurso e que teve a “minha cara”.

A palavra é passada para a nossa primeira dama, Hosana Avila Tezelli, representando o prefeito e que sendo minha amiga, teceu muitas palavras carinhosas a meu respeito.

Depois dela, foi chamado o professor José Eugênio Maciel que em seu discurso nos deu uma aula de amor a essa cidade.

O presidente encerra então a solenidade de posse e pede aos “imortais” presentes que se aproximem para a foto oficial.

Começam então os abraços!

Que gostoso!

(As amigas do crochê/tricô)

Essas fotos foram tiradas pelo mestre da fotografia, Walter Natalio!

E as pessoas foram saindo para comemorarmos em um restaurante, o Cayena e que fica quase em frente de onde estávamos.

Nesse momento eu estava tão descontraída e feliz, que peguei o microfone das mãos da cantora que estava começando as notas de Fascinação, e me atrevi a cantar…

Pois é!

O casal Larissa Guimarães e Diego Salvetti, ele tocando magistralmente um violão e ela com uma voz afinadíssima, trouxeram a beleza da música italiana e deixou o ambiente mágico e acolhedor.

Fomos para o restaurante em um local aberto, com um céu cheio de estrelas sobre nossas cabeças e um calorzinho gostoso.

Descontração geral!

E assim foi a minha noite de posse: pertenço agora à cadeira de número dois dessa Academia de Letras, dessa cidade onde moro e que aprendi a amar.

São ou não são, “muitas emoções”?

“A MINHA BOCA ENTOARÁ O LOUVOR DO SENHOR, E TODA A CARNE LOUVARÁ O SEU SANTO NOME PARA TODO O SEMPRE.” Salmos, 145- 21

 

 

 

 

 

CUCA DE BANANA

Ah, uma cuca de banana com café!

Tudo de bom!

Vou passar a receita como copiei do programa da Rita Lobo, mas acabei fazendo só a metade.

Comecei por preparar a farofa.

3/4 de xícara de açúcar

3/4 de xícara de farinha de trigo

1 colher (sobremesa) de canela em pó

50 gramas de manteiga gelada cortada em cubinhos

Mexa com a ponta dos dedos até ficar como uma areia molhada.

Reserve.

Enquanto isso corte 6 bananas em rodelas e reserve também.

Agora vamos à massa.

INGREDIENTES

6 ovos (na foto estão três porque, como já escrevi, fiz metade da receita)

1 e 1/2 xícara de açúcar

50 gramas de manteiga 

3 xícaras de farinha de trigo

1 xícara de leite

1 colher (sopa) de fermento

Primeiro unte uma forma com manteiga e polvilhe trigo.

Bata a manteiga com o açúcar e depois vá juntando os ovos um a um, sempre batendo.

Junte intercalando o leite e a farinha.

Retire da batedeira e junte o fermento, mexendo levemente.

Despeje na forma.

Coloque as bananas por cima.

Depois a farofa.

Leve para assar em forno pré aquecido a 180°, por mais ou menos 40 minutos.

Retire do forno e coma ainda quentinho!

Não dá para resistir!

“NO DIA EM QUE EU TEMER, HEI DE CONFIAR EM TI. EM DEUS LOUVAREI A SUA PALAVRA; EM DEUS PUS A MINHA CONFIANÇA E NÃO TEMEREI…” Salmos, 56- 3 e 4.

 

 

 

MACARRÃO COM BRÓCOLIS, FRANGO E QUEIJO

Esse é um prato delicioso e bem fácil de preparar.

Vi essa receita no Tasty e depois de algumas alterações ficou da maneira que fiz.

INGREDIENTES

2 colheres (sopa) de azeite

2 peitos de frango, cortado em cubinhos

sal e pimenta do reino

1 cebola picadinha

2 dentes de alho picados

2 xícaras de caldo de frango

3 xícaras de água

450 gramas de macarrão(pode ser conchinha, parafuso, ou outro)

1 maço de brócolis

1 xícara de leite

2 xícaras de queijo prato (ralado no lado grosso)

Faça em uma panela grande.

Frite o frango no azeite até começar a dourar e acrescente a cebola, alho, sal e pimenta.

Adicione o caldo (preparei o caldo com 1 cubo de caldo de galinha) e a água.

Precisa ser essa medida certa para a massa não ficar muito mole.

Junte o macarrão.

Quando estiver quase cozido, junte o brócolis.

Depois o leite e o queijo.

Mexa com cuidado e experimente o sal.

Fica cremoso e tudo feito em uma panela só!!!

Bom apetite!!!

“POIS SE VÓS, SENDO MAUS, SABEIS DAR BOAS DÁDIVAS AOS VOSSOS FILHOS, QUANTO MAIS DARÁ O PAI CELESTIAL O ESPÍRITO SANTO ÀQUELES QUE LHO PEDIREM?” Lucas, 11- 13